quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Rencontre de Riga (Texto em Francês)

SEPTEMBRE 2014

Rencontre de Riga

Rencontre régionale du pèlerinage de confiance en pays baltes
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« Devenir sel de la terre »

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26–28 septembre 2014
À l’invitation des Églises Luthérienne et Catholique de Lettonie, une étape du « Pèlerinage de confiance sur la terre », animé par la communauté de Taizé depuis de nombreuses années, aura lieu à Riga du 26 au 28 septembre 2014.
Y sont invités les jeunes adultes de 16 à 35 ans de Lettonie, Lituanie, Estonie, Scandinavie, Finlande, Biélorussie, Ukraine, Russie, Pologne et d’autres pays. Au programme de ces journées, la prière en commun avec des frères de Taizé, des rencontres, des ateliers et l’expérience de l’hospitalité des familles et des paroisses de Riga.
En 2014 Riga sera aussi l’une des capitales européennes de la culture. La rencontre donnera ainsi un signe de la foi des jeunes dans le Christ.

Informations pratiques

Les jeunes seront hébergés dans des familles à Riga. L’accueil des arrivants se fera le vendredi matin, suivi par les prières de midi et du soir, et le dîner.
Le samedi matin commencera avec la prière et des rencontres dans les paroisses d’accueil. Suivront le repas de midi et la prière au centre ville ; dans l’après-midi, seront proposés des ateliers sur l’engagement social, la foi et la vie intérieure, la rencontre des cultures, l’art et encore d’autres sujets. Dîner et prière du soir au centre ville.
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Le dimanche débutera avec des célébrations dans les paroisses d’accueil, suivies par un repas de midi dans les familles et enfin une prière de clôture au centre ville.
Plus de détails concernant le programme seront publiés au cours du printemps. Merci de consulter cette page pour voir une future mise à jour. Les inscriptions commenceront peu avant Pâques 2014 ; elles pourront se faire à travers le lien ci -dessous. La participation aux frais est estimée à 30 euros environ ; le montant exact sera confirmé plus tard.
Toutes les informations concernant la préparation à Riga sont disponibles sur
http://taizeriga2014.lv/index_en.htm.

NAIROBI, 2014

NAIROBI, 2014

«Tornar-nos líderes segundo o Evangelho»

De 13 a 24 de Agosto, os irmãos de Taizé em Nairobi acolheram dois retiros internacionais. Estiveram reunidos 150 jovens de vários países da África Oriental, incluindo o Sudão do Sul, a República Democrática do Congo, o Burundi, o Ruanda, a Tanzânia e diferentes regiões do Quénia.
O tema «tornar-nos líderes segundo o Evangelho» foi meditando sob vários ângulos bíblicos nas manhãs, enquanto as tardes foram aproveitadas para participar em ateliês ou para visitar pessoas que dão um testemunho de esperança.
À saída da igreja
Tempo de silêncio e de meditação bíblica
Partilha em pequenos grupos
Partilha em pequenos grupos
Ateliê «Do material recuperado à arte»
Contacto:
Taizé community
Mji wa furaha 
Thika road, Nairobi
Kenya
Tél. : +254(0)724 664 198

Visita de um irmão ao Sudão do Sul

Visita de um irmão ao Sudão do Sul

A violenta crise que eclodiu em meados de Dezembro 2013 esmagou o mais jovem e o mais pobre dos Estados do mundo. As negociações entre os representantes dos dois campos opostos estagnaram. A tristeza e ansiedade da população são grandes. Em áreas não afetadas pelos combates, a vida continua. Neste contexto, é difícil as pessoas deslocarem-se e programar com antecedência alguns encontros, mas uma visita fraterna permite expressar, concretamente, a solidariedade. Foi o que fez um dos irmãos da fraternidade de Taizé com sede em Nairobi, no vizinho Quénia. Ele escreve:
Evacuados com urgência durante a crise, os funcionários da ONG pouco a pouco foram regressando. O pessoal da igreja e os missionários não abandonaram o campo, alguns partilhando o destino das comunidades onde trabalhavam, nas suas deslocações forçadas e nos seus sofrimentos.
Em Juba, as igrejas transformaram-se em lugares de refúgio. Quando fui lá, muitos tinham deixado as paróquias onde eles se tinham refugiado. Mas no Gumbo, nos arredores de Juba, o padre David, salesiano originário da Índia, assume já há seis meses o seu acolhimento, sem o apoio de instituições internacionais: «Acolhemos 1600 deslocados no nosso campo, sendo que 1.200 são crianças, debaixo de 290 lonas de plástico. Eles chegaram de noite. Os homens ficaram para combater. A cólera afetou-nos, mas agora a situação está sob controlo.»
Creche no campo nº 1 em UN House Juba
A irmã Eugénie trabalha nos dois campos geridos pela ONU em Juba. Ela orienta-me pelo labirinto de vielas e nas passagens entre as cabanas. «A parte mais difícil para os homens é a inatividade. Não há trabalho.» A água do Nilo chega em camiões cisternas e é armazenada em tanques e tratada no local.
Seminaristas no seu dormitório
O Estado dos Lagos, no centro do país, é uma região de floresta e de pântanos. Durante a estação das chuvas, as estradas estão intransitáveis. Demora cerca de três horas para percorrer os 60 quilómetros que separam Rumbek, capital do Estado, de Mapuordit. Nesta grande vila, seminaristas no seu dormitório, no pequeno seminário, em Santa Bakhita vivem 53 rapazes originários das quinze paróquias da diocese. Eles estudam durante o dia na escola secundária nas proximidades. Eles acolheram-me durante três dias durante os quais partilhamos, tendo em conta a sua disponibilidade, momentos de oração e reflexão bíblica.
Daniel Ranthiar é agora por duas vezes pai. Sem ter conseguido concluir o ensino secundário, ele tornou-se vice-diretor do mesmo. No seu estabelecimento, ele acolhe dezoito raparigas de aldeias remotas que assim podem chegar mais facilmente à escola. Mas as condições são muito simples. O menu é o idêntico todos os dias: arroz e feijão vermelho. Sem energia elétrica e sobretudo sem água desde que a bomba do bairro deixou de funcionar. Este é o problema de toda a aldeia, das dezasseis bombas apenas três ainda funcionam. Muitos vão encher as vasilhas à torneira do seminário. Tenta-se recuperar a água da chuva, «mas não está limpa!» Mantém-se as poças de lama onde as mães vêm preencher seu pote de barro com um copo.
A família de Daniel Ranthiar
As irmãs de Loreto de Rumbek colocam toda a sua energia e habilidades ao serviço de uma causa: a educação das meninas. Nos países Dinka é uma emergência e um desafio considerável. As raparigas estão todas destinadas a casarem-se em troca de um dote em bovinos para a qual a família do futuro marido é solicitada. Conforme os pedidos, o pai pode decidir do dia para a noite casar a filha, que a partir desse momento passar a «pertencer» à família do marido, que teve de contribuir para o dote. Sr Orla é diretor do liceu: «Todas as semanas, temos um pedido para retirar uma aluna da escola. Às vezes, conseguimos convencer a família de que é melhor para que todos, deixá-la terminar a escolaridade.»
Turmas de 1º ciclo debaixo das árvores, Loreto – Rumbek
Reunimo-nos para começar uma reflexão e estabelecer o tempo de oração com todas as alunas. Algumas já eram líderes no ano passado e constituíram um núcleo muito motivado. Eles continuaram a preparar orações na escola durante todo o ano. O tema desta semana: «Tornar-nos líderes segundo o Evangelho». Desenvolvemo-lo em três etapas: como ser um líder na oração, no serviço aos outros, na proclamação da Palavra de Deus. Às 14:30 lançamento da reflexão bíblica, seguida dos primeiros 45 minutos de reflexão pessoal e do mesmo tempo para a partilha em pequenos grupos.
Grupo de partilha de Loreto – Rumbek
Um dos especialistas no Sudão do Sul partilha a sua análise sobre a crise atual. «Muitos países conheceram um período turbulento após a conquista da independência: os primeiros Estados Unidos em primeiro lugar... Seria uma constante na história? Esta guerra não é bonita. Os sudaneses norte fazem jogo duplo; oficialmente, eles apoiam Juba, mas permitem também a entrega de armas aos rebeldes assim como o seu ajuntamento no outro lado da fronteira. Na altura da independência há três anos, os problemas do país não foram tidos em conta. Agora tudo está sobre a mesa, não podemos escondê-los mais. Mas isso vai levar tempo.»

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Breve introdução aos Encontros Europeus de Jovens

Paris, Varsóvia, Londres, Lisboa, Roma, Budapeste, Genebra, Barcelona... todos os anos, entre o Natal e o Ano Novo, a Comunidade de Taizé anima um «Encontro Europeu» numa grande cidade da Europa. Estes encontros reúnem muitos milhares de participantes, provenientes de toda a Europa e dos outros continentes.

http://vimeo.com/7532873

terça-feira, 2 de setembro de 2014

BRASIL Um primeiro passo... depois de uma presença de 40 anos.

BRASIL

Um primeiro passo... depois de uma presença de 40 anos.

No Brasil, nas favelas e nos bairros pobres, como aquele onde vivem os irmãos em Alagoinhas, muitos cristãos frequentam uma das múltiplas igrejas evangélicas. Encontram lá apoio e consolação para a semana. Um irmão partilha alguns ecos de uma celebração no dia de Pentecostes de 2014:
Em breve fará 40 anos que estamos no Brasil e no dia de Pentecostes houve, pela primeira vez, uma oração ecumênica na nossa Igreja.
As igrejas pentecostais celebram o Pentecostes todos os dias, não apenas uma vez no ano como as igrejas «históricas». A fé surge todos os dias de novo. Em bairros de periferias como o nosso, o Cristo vivo é anunciado sobretudo pelas igrejas pentecostais.
Neste dia de pentecostes estava conosco uma comunidade impressionante de 40 pessoas, gente «da rua» de Salvador. Eles passaram o fim de semana conosco fazendo retiro. Alguns deles faziam pertenciam a igrejas pentecostais.
Alguns pastores de várias igrejas evangélicas «históricas» vieram encerrar a semana pela unidade conosco aqui. Assim resolvemos convidar também os nossos vizinhos, membros das igrejas pentecostais, para uma oração em conjunto, na tarde de Pentecostes. Os membros sobretudo da Assembleia de Deus, a igreja pentecostal com mais história (105 anos), aceitaram assim pela primeira vez o convite para uma oração conjunta na nossa igreja, pela unidade de igreja. A semana de oração ecumênica termina no Brasil no dia Pentecostes.
Para nós tratava-se de uma oração pela unidade, no entanto durante a celebração apercebi-me de que ninguém de entre os fiéis das igrejas pentecostais falava de unidade, apesar do sermão de um dos pastores pentecostais acerca do texto bíblico 1 Cor 1: «... acaso está Cristo dividido?» Todos louvaram a Deus, pela fé, que nos é comum, a nós os irmãos de Taizé e os «crentes» católicos que se reúnem normalmente na nossa igreja, e aos «crentes» das igrejas pentecostais do nosso bairro, onde representam a grande maioria.
A oração pela unidade transformou-se numa celebração de louvor e testemunho da fé, que nos é comum. Isto é na verdade um enorme passo em frente, a confiança cresceu, contudo o caminho para uma comunidade visível entre todos, os que acreditam em Jesus, esse parece ainda bastante oculto. É preciso acrescentar que normalmente a um fiel de uma igreja pentecostal não é nem permitido ultrapassar a porta de uma igreja católica. Uma igreja católica é, como já no tempo da reforma no século XVI, um templo pagão cheio de imagens de ídolos. Não estou também certo se algum dos católicos que estiveram presentes - eles pertencem na maioria das vezes a bairros socialmente mais favorecidos, alguma vez participou de uma celebração de Pentecostes.
Um primeiro passo... depois de uma presença de 40 anos

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O ANO 2015 EM TAIZÉ


De 1940 a 2015…

O irmão Roger chegou à aldeia de Taizé em Agosto de 1940, no começo da Segunda Guerra Mundial. Com apenas 25 anos, lançou as fundações de uma comunidade que imaginava como uma parábola de comunhão, fermento de reconciliação na família humana:

«Penso que, desde a minha juventude, nunca perdi a intuição de que uma vida em comunidade pode ser um sinal de que Deus é amor; só amor. Pouco a pouco, crescia em mim a convicção de que era essencial criar uma comunidade de homens decididos a dar toda a sua vida e que procurassem sempre compreender-se mutuamente e reconciliar-se: uma comunidade onde a bondade de coração e a simplicidade estivessem no centro de tudo.»
Irmão Roger
Hoje, a Comunidade de Taizé reúne uma centena de irmãos, católicos e de diversas confissões protestantes, oriundos de cerca de trinta países.
O irmão Roger morreu dia 16 de Agosto de 2005, com 90 anos, morto por uma pessoa desequilibrada durante a oração da noite da Comunidade.
Durante todo o ano de 2015, a Comunidade celebra os 75 anos da sua fundação e convida todos a recordar o seu fundador, 100 anos após o seu nascimento e 10 anos passados sobre a sua morte.
Para preparar o ano 2015, o irmão Alois, que sucedeu ao irmão Roger como prior da Comunidade, sugeriu um percurso de três anos. Este percurso procura ajudar a renovar, à luz do Evangelho, o nosso empenho na solidariedade humana.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Testemunho de Taize 2014.

A pedido de várias famílias.
Testemunho de Taize 2014. Primeira vez no meio das montanhas.
Ora, tudo começou como muitos inícios de história de muita gente que vai. Sei lá o que vai acontecer! Fui, segundo a Filomena, de "coração aberto". Um rapaz, no meio de muitos outras pessoas, a procura de algo. Em retrospectiva, fui sem expectativas e talvez por isso venho a abarrotar. Já lá vamos.
Tudo começou na aldeia. Jovens que não sabiam o que fazer. Onde já se viu. "Vamos jogar a aldeia, alinham?" Disse eu. E eles anuíram e estava dado o primeiro passo. Os primeiros amiguinhos. Era o narrador. A minha primeira designação. O narrador. Entretanto, chegados a Taize. Primeira inquietação: onde vou dormir e onde se come. Looool. Mas fico estupefacto com o que havia a minha volta. Natureza em estado puro. Respirei pela primeira vez a calma, a serenidade de tudo e contemplei a beleza. Sem que me apercebesse, o tempo parou naquele momento. 0.00. Um novo começo. Tela em branco. A partir dai, como por isto em palavras? Não sei bem mas darei o melhor. Taize e a prova de que e possível se estiveres aberto a amar e sobretudo disponível a receber. Todos nós, e quase invariavelmente, procuramos algum sentido na nossa vida. Nascemos, crescemos e morremos. No meio disto tudo, experienciamos e e nos dado a conhecer várias realidades mas tudo isto só faz sentido se o fizermos em comunidade. Primeira aprendizagem. Por vezes, sabemos isso mas lá temos a consciência de que e possível a experiência. E com isso, epifinamos. Só fazemos sentido se procurarmos nos outros o sentido da nossa vida. Ninguém pode viver isolado. Melhor, ninguém vive no isolamento porque não se põe na brasa da vida. No contacto com os outros e que nos ficamos a conhecer melhor porque nos testamos no processo. Mas isso requer algo. Coragem de viver e de ir ao encontro dos outros. Temos de arriscar se queremos abraçar a vida no seu todo. E porque Deus nos deu a liberdade de amar e sonhar segundo a vontade de cada um, o processo e igualmente singular. Cada um tem e percorre o seu caminho e porque se respeitar a diferença na unidade, então comunidade e outros não só fazem parte da vida como são imperativos para nos conhecer e procurarmos aquilo que representamos no mundo.atreve-te a viver caramba. Não vivas adormecido. Mais vale cair e doer do que não saber. Da a ti mesmo a oportunidade de fazer descobertas. E com alguma sorte, até epifanizas e ficas a saber um pouco mais de ti. Trai-te a ti mesmo se isso te libertar. Retira da equacao aquilo que te retrai e acrescenta o que te move. Porque trair e sair da fila e partir para o desconhecido. Espero que gostes de dançar, porque quando quando abres a porta por onde a alma sai e se liberta... Atreve-te.
Segunda aprendizagem. Simplicidade. Adorei tudo o que via. Pode parecer clichê e mais um que anda para aqui a fazer utopia, mas aquele lugar tornamos-nos mais sensiveis ao que nos envolve. E de alguma forma, confirmamos que somos mais do que a nossa própria realidade. Formas, cores, aromas. E tudo isto e natural. Natural e simples. Não e preciso saber mais. Aprendi com isto que se não racionalizarmos, as vezes vemos as coisas de outro prisma. Damos voltas de vários graus mas por mais pequena que seja, mudamos algo. No que me respeita, voltei ao básico. Back to basics. E com isso, dei umas valentes cambalhotas. Estou a assimilar ainda o que isso significa. Ou então não. Vamos ver no que da 
Agora o que ficou no fim? Não vos contarei toda a experiência, há pessoas e momentos que nos marcaram de formas que transcendem a forma como percebemos e percepcionamos. Mas sabemos que operaram em nos porque me tocaram. De qualquer forma, agradeço tudo e todos que ficaram na foto no fim. A todos os que me acompanharam, obrigado por me acolherem nos vossos braços mesmo quando não vos chamava. Em braços de muitos, chorei em pranto. E não me incomoda partilha-lo, sou humano e humanista e da mesma forma que rimos, zangamos, também choramos e não devemos esconder. Tudo faz parte da experiência humana. Abraça tudo. Nao és menor e nao tira nada, acrescenta se tiveres disposto a receber. E a maior aprendizagem de todas. Aprender a receber. Agradeço a comida de guerra que comemos. Agradeço os momentos de oração em comunidade, por todos aqueles que acompanharam nesta jornada, faces que procuravam, que oravam, que amavam, que iluminavam os outros. Cada um de nos e luz de si e dos outros. Somos os outros elevado ao quadrado e os outros raiz quadrada de nos. Agradeço a nova vida que em mim nasceu. Por fim, agradeço a minha família. Eles sim, são o derradeiro amor, confirmação e luz. Já escrevi de mais. O essencial ficou. Há mais que ficou. Mas dou vos a palavra também.
Ah outra coisa, reganhei algum brilho nos olhos. Foi o que de melhor ganhei. Olhos que brilham e que acreditam.
Sim, estou mais parvo do que e costume, mas até e uma parvoíce fixe. Sou portanto mais do que aquilo que era.
Neste momento, prometo, eu sou infinito. Sim, porque quem busca o infinito, só tem de fechar os olhos.

Vitor Teixeira